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11 de fevereiro de 2013

Tallarines con espinaca

Semana pasada hice por primera vez pasta fresca con verdura. Desde que tengo la fábrica de pastas había probado grosores y anchos diversos, todos con la receta básica de 1 huevo a cada 100g de harina.
Ahora es hora de agregar verduras.
Para el primer experimento: espinacas congeladas. Salió riquísimo!!!

Usé:

500g de harina
3 huevos
200g de espinacas que descongelé y luego licué con los huevos

Preparé un volcán de harina, la mezcla la vertí en el centro, mezclé, amasé. Dejé descasar por media hora y corté los fideos.
Los servi con crema+ciboulette+perejil y pollo a la plancha. El queso recién rallado le da el toque final.

Foto no hay, sorry - se enfriaba la comida y no tenía ganas de buscar la máquina...

25 de março de 2012

Massa fresca

No mesmo dia em que tirei as fotos das pimentas do post abaixo fizemos talharins frescos com almôndegas molho de tomate e manjericão.


A receita básica - por pessoa:
* 100g de farinha (ou 70g de farinha + 30g de semolina)
* 1 ovo
* sal
* água (se precisar)


Os ovos eram grandes e foi necessário adicionar um pouco mais de farinha.


 

 

 




Para as almôndegas usaram carne moída + bacon + uma linguiça + farinha de rosca. As bolinhas foram seladas na frigideira antes de irem para a panela com o molho.

21 de maio de 2010

Estilo oriental


Sábado passado convidei minha madrinha para almoçar em casa. Logo, minha mãe perguntou se eu tinha alguma idéia de quê preparar. Essa pergunta veio acompanhada do comentário de que havia comprado um pacote de legumes congelados 'para wok'. Inspiração certeira, já que no dia anterior me deparei com meio pacote de macarrão de arroz dando voltas no armário e pedindo para ser usado.
Pedi para ela comprar uma carne para fazer com cebola no estilo oriental e logo os champinhons, vagens, cenouras, pimentões vermelhos e verdes, brotos de feijão e milho, e o macarrão viraram um prato estilo com inspiração oriental.

Os legumes, finamente fatiados e facilíssimos de usar [colocar, congelado mesmo, numa wok pré-aquecida e cozinhar em fogo médio por 8 minutos (fica levemente ao dente, delicioso) para logo temperar a gosto e voilá!] foram preparados ao mesmo tempo que fervia o macarrão devidamente hidratado, temperados com algo de shoyo e misturados à massa.
A carne, comecei a fazer logo depois do café da manhã, enquanto minha mãe ia ao mercado. Calma, não leva tanto tempo assim, hahaha. Fatiei uma cebola em 'formato oriental' (para mim, toda comida do China sempre vem com cebolas em 'meia-lua', então esse passou a ser o 'formato oriental') e coloquei de molho no suco de uma laranja. Ficou na geladeira até a hora de preparar o almoço.
Logo, limpei e fatiei a carne e selei na wok. Retirei a carne e refoguei a cebola escorrida (reserve o suco!) adicionando um pouco de sal para ela não dourar. O próximo passo foi colocar a carne e deixar uns minutinhos para pegar o sabor da cebola. Acrescentei o suco de laranja e um resto de gengibre em conserva que estava na geladeira, junto com algo do líquido da conserva. Deixei apurar, acertei o sal e servi com o macarrão.

Obs.: O perfume que invadia a cozinha era de enlouquecer!


24 de julho de 2009

Cordeiro com nhoquis



Aqui na TV a cabo há um canal chamado El Gourmet que se dedica apenas as assuntos deliciosos de todos os povos, sabores, texturas e cores.
Comecei a assistir alguns de seus programas em novembro de 2008 e desde então estou com desejo de comer cordeiro, um prato que adoro mas que não combina muito com os mais de 30 graus de temperatura do verão. Vi uns sendo preparados em forno a lenha, ao ar livre, com temperos direto da horta. Não tenho essas condições para o preparo, mas o fogão a gás, mesmo sem tanto charme e o cheirinho da lenha, também deu conta.
Na noite anterior ao dia em que planejava o preparo da paleta de cordeiro que ganhei, subi para procurar uma receita no site do El Gourmet.
Para minha sorte e felicidade encontrei uma fonte melhor: Camila, minha amiga chef lá do delicioso Restaurante Rosmarinus officinalis em Mauá estava online e me disse como ela prepararia a paleta se estivesse em meu lugar.
Para fazer como ela sugeriu, o prato foi postergado um dia, já que tinha que ficar marinando por aprox. 24h.
Primeiro, esfreguei a peça com sal grosso, pimenta do reino branca moída na hora e alecrim seco (na falta do fresco...). Num marinex coberto com filme plástico, ficou das 11h00 de um dia às 8h30 do outro marinando na geladeira.
Logo, esfreguei com mel cristalizado - esse ingrediente foi por minha conta, achei que combinava e não me arrependi.
A carne foi selada numa frigideira para então deitar sobre uma cama de legumes - salsão fatiado, cenoura cortada em rodelas grossas e cebola. Tudo foi banhado com vinho tinto e a assadeira foi completada até metade de sua altura com caldo de carne caseiro feito também no dia anterior (brodo) e tampada com papel alumínio.
Foi ao forno baixo por aproximadamente uma hora. Aumentei a temperatura para média-alta (sorry, não tenho termômetro) para dar uma acelerada. Ficou assim 2 horas. Abaixei novamente a temperatura - a carne já estava assada, mas ainda não desprendia dos ossos como devia.
Já quando selei a carne o aroma de alecrim, carne e pimenta era enlouquecedor. Ao fim de 4h30 de forno, a carne desprendia um aroma delicioso, soltava-se dos ossos como se nunca tivessem estado unidos e seu aspecto também era tentador.
Soltei a carne e desfiei ligeiramente para então acomodar ela e algumas cenouras sobre os nhoquis já cozidos, banhar com caldo, polvilhar com salsinha picada e parmesão recém ralado.
Voilá! Delicious, recomendo.

Dica da Camila para a hora da compra:
* escolha paletas pequenas, são mais macias
* os cordeiros do Uruguai são muito bons

D
e tanto falar em cordeiro para minha mãe ela me presenteou com uma linda paleta de cordeiro, mas lembrarei das dicas quando for escolher uma nova peça para outro delicioso prato algum dia ;-)
A sorte é que somos apenas 3 aqui em casa, então a escolha de uma paleta pequena foi a decisão lógica na hora da compra. Não sei a origem, esqueci de ver a etiqueta. Pode ter sido uruguaia como também patagônica - lá no sul consomem muito cordeiro.


Restaurante Rosmarinus officinalis, Mauá


Clique nas imagens para ampliar


5 de junho de 2009

Capeletis gratinados


Ficaram deliciosos. E foram fáceis e rápidos de fazer. Enquanto os capeletes cozinhavam em água e sal, fiz o molho.
A massa comprei pronta, industrializada da La Salteña - já falei dessa marca aqui e aqui, era recheada com ricota e espinafre.
Para o molho, usei um purê de tomate com orégano e, como nenhum molho de caixinha é suficientemente bom, refoguei cebola, salsicha picada, acrescentei o purê de tomate e temperei com pimenta do reino branca, sal, algo de açúcar, sementes de Kümmel para um toque diferente e discreto.
Depois de escorrer a massa, coloquei num refratário com manteiga no fundo, logo molho, mais massa, mais molho, umas fatias de queijo e algum queijo ralado. Como já estava tudo quente, levei à parte inferior do forno (aquela gavetinha que a gente nunca lembra de usar e que fica abaixo das chamas) para gratinar.
Comemos acompanhado de vinho tinto Santa Ana etiqueta negra. Vinho barato, nada especial, ácido e bom para a situação.

2 de abril de 2009

Susto e palmitos

Nossa, há quase um mês não apareço com alguma novidade por aqui, que pecado!!!
Relatada a parte "susto" do título, vamos aos palmitos.


Hoje almoçamos "vegetarianamente", mas sem a intenção em si de não comer carne.
Fiz ravioles de verduras y queso com um molho de palmito inventado na hora (porque não achei uma receita e não tinha mais tempo para ficar fuçando).
Os ravioles são fáceis de comprar aqui nessas terras argentinas: escolha uma das muitíssimas fábricas de pastas, escolha os ravioles (ou a massa) que mais apetecer, ferva água com sal, adicione a plancha de ravioles e, em 3 a 5 minutos, voilá: deliciosos ravioles.

Para o molho dourei cebola finamente picada em manteiga, juntei palmito picado para refogar, adicionei farinha de trigo, dourei um pouco e fui adicionando leite lentamente e mexendo até levantar fervura. Então processei tudo na panela mesmo, acrescentei um pouco de parmesão ralado, nóz moscada ralada na hora e pimenta do reino. Nem sequer senti necessidade de acertar o sal. Se analisar bem, nada além de um clássico molho branco incrementado com palmitos (que também ficaria bem num prato fundo com croutons, recebendo o nome de creme de palmitos!! Sobrou molho: o que você acha que haverá para o jantar?).
Na hora de servir, primeiro os ravioles, logo o molho e algumas rodelas de palmito que havia separado com essa intenção.

31 de julho de 2008

Gosto de infância


Li o post do Caos na Cozinha sobre massa frita com carne de porco - "Pulled Pork - o regresso!". Tive que ver a receita original, publicada no Family, Friends and Food. What else is there? porque minha mãe costuma fazer exatamente isso toda vez que sobra alguma massa sem molho (o que é bastante difícil...). Nham!
A foto é do Family, Friends and Food, porque continuo sem máquina...

3 de abril de 2008

Noques de espinafre na manteiga com sálvia


29 de março, dia do nhoque da fortuna. Sábado. Quer combinação melhor?
A sugestão de fazer o nhoque não foi minha, mas topei na hora.
Tinha espinafre orgânico fresquinho e lindo, então procurei uma receita para usá-lo.
A receita foi inspirada nesta, publicada no cybercook. Acabou ficando bem diferente da original, porque quis substituir a farinha branca por integral, mas a dita acabou e eu não tinha atingido o ponto, ai adicionei a branca mesmo. Até ai, tudo orgânico. Mas... eis que preciso de ais e não tenho.Todos com fome em casa. OK, recorro à Maizena.
Ficaram bons, mas não atingiram minhas expectativas. Vou repetir o teste algum dia.
Quanto à manteiga com sálvia, simplesmente a derreti na frigideira e acrescentei folhas de sálvia. Podiam ter sido mais, ficou bem suave. E menos manteiga.
As fotos ficaram mais apetitosas que o prato, apesar do aroma matador.

31 de janeiro de 2008

Ravióli para dois - o plágio

Na terça (29.01.2008) a Tatu publicou "Ravióli para dois" no seu blog Mixirica. Gostei da idéia e resolvi fazer também. Só que sou como o marido dela: não gosto de fígado. E estou numa fase sem vontade de comer carnes, sejam elas vermelhas, brancas, lilases ou azuis. Então fiz os raviólis seguindo a mesma massa, mas inventando um recheio veggie, que ficou assim:

* Cozinhei no vapor, separadamente, cubos de cenoura, vagem picadinha e grãos de milho - tudo al dente
* Amassei as cenouras e temperei com bastante noz moscada, pimenta do reino branca moída na hora e sal
* Incorporei a esse purê o milho e a vagem

[==> anotação para a próxima vez: colocar a cenoura num pano de prato e espremer antes de incorporar o restante, porque soltou muita água quando cozinhei os raviólis e o prato final acabou ficando um pouco aguado]


Ai é só usar para rechear a massa, exatamente como a Tatu explica (segue cópia do texto dela abaixo).
Acabei fazendo raviolões gigantescos por pressa (o estômago estava reclamando), mas acho que seria mais legal se fossem menorzinhos mesmo.




Cozinhei os raviólis somente em água com um pouco de sal por 5 minutos. Ficaram al dente.


O molho
Fiz um molho improvisado com uma lata de molho pronto Tarantela + 2 dedinhos de vinho tinto + folhas de manjericão fresco + pimenta do reino branca moída na hora + um pouco de sal e 1/2 caixinha de creme de leite que estava dando sopa na geladeira. O aroma que desprendia da panela era uma tortura! Ainda bem que era na minha cozinha, não na do vizinho!!

Receita e recheio aprovados por mim e por meu irmão.


Ravióli integral (receita da Tatu)
- 150g de farinha de trigo
- 50g de farinha de trigo integral
- 2 ovos
- sal


Misture as duas farinhas e faça um monte. Fure o topo do monte e despeje ali os ovos, cobrindo-os com uma pitada generosa de sal. Incorpore os ovos à farinha usando a ponta dos dedos e siga amassando e sovando a massa com as mãos, conforme ela toma corpo.
Caso ache a massa dura, umedeça as mãos em água potável e amasse mais, repetindo o processo até adquirir a consistência elástica e lisa que sua massa precisa.
Enrole a massa pronta em um filme plástico e deixe descansar por uma hora (tempo de sobra para preparar o recheio).
Passada a hora, divida a massa em 3 ou 4 pedaços e abra com rolo de macarrão ou em máquina específica para a tarefa, fazendo placas finas. Deixe as placas secarem por alguns minutos sobre uma toalha ou sobre a mesa enfarinhada, coloque bolotinhas de recheio em espaços intercalados, passe o dedo umedecido com água ao redor do recheio e aperte outra placa de massa por cima da primeira, fechando os raviólis.
Corte os raviólis e aperte as bordas com um garfo, para firmar. Depois disso, coloque a água para ferver, cozinhe de 3 a 5 minutos (dependendo do tamanho dos seus raviólis) e pronto, misture ao molho de sua preferência.



Apesar da medida ser para duas pessoas, sobrou uma porção para uma refeição num dia de fome moderada. Congelei o prato pronto, com molho. Veremos no que vai dar...

E para o almoço de hoje separei macarrão integral com funghi seco e o molho dos raviólis, mas esqueci na bancada da cozinha... Ainda bem que não está tanto calor, quem sabe não estrague até eu voltar para casa de noite...

* publicado originalmente em 31.01.2008