Mostrando postagens com marcador cozidos. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador cozidos. Mostrar todas as postagens

14 de fevereiro de 2009

Delícias da mamãe


Carne de panela com batatas. Minha mãe sempre foi ótima nisso. Delícia pura, com gosto de infância.

14 de janeiro de 2009

Quem não tem bacon, caça com salame


Havia bifes congelados. Uma parte minha mãe transformou em deliciosos bifes à milanesa. A outra poderia ter sido um repeteco, mas me inspirei em (finalmente) fazer bife à rolê (ou braciola, se preferirem). Adoro bife à rolê, não sei porque nunca tinha experimentado fazer. Nessas horas recorro aos blogs amigos e à internet.
Dessa vez, como já aconteceu muitas vezes no passado, achei dicas no
Chucrute com Salsicha. Foi ótimo ver que eu estava imaginando a receita do jeito "certo", apesar de não ter os ingredientes necessários à disposição e de, às 21h00, não ter mais vontade de ir ao mercado.
Nesse caso, bacon virou salame, cenoura eu tinha, pimentão virou talinhos de champignons e acrescentei ovo cozido (que na próxima não participará mais, porque com o cozimento das braciolas ficou muito duro e meio borrachento).
No molho usei cebolas refogadas com cenoura, extrato de tomate e champignons frescos fatiados.
Ficou bom, mas não atendeu às minhas expectativas. Prometo planejar mais na próxima para melhorar o resultado final.




Usei quatro bifes do tamanho da palma da mão e bem finos, temperei com sal, pimenta do reino branca moída na hora e mostarda. No centro coloquei cenoura, os talos dos champinhons e 1/4 de ovo cozido. Cobri esse recheio com uma fatia de salame e enrolei os bifes. Prendi cada um com 3 palitos que foram retirados antes de servir.
Numa panela refoguei cebola e o restante da cenoura (em rodelas) e logo dourei os bifes de todos os lados. Acrescentei extrato de tomate e água e deixei cozinhar na panela tampada por meia hora.
Servi com purê de batatas bem lisinho (apesar de ter pensado em cozinhas as batatas junto para ficarem impregnadas com o molho fantástico).


Clique nas fotos para ampliar

6 de janeiro de 2009

Goulasch com batatas



O tempo esfriou e deu vontade de comer novamente, de tão bom que estava. Mas neste momento não tenho tempo para cozinhar nada mais demorado, mesmo porque teria que ir ao supermercado antes. Então vou me contentar em publicar a receita. Coloco fotos da receita do livro publicado em alemão e da tradução ao português. E uma tradução livre minha, porque o original faz a gente salivar ao ler a receita, enquanto a tradução deixa dúvidas sobre o preparo... Mas também quero dizer que as receitas do livro são para cozinheiros como eu, que vão também pelo olho, pela consistência, pelo aroma... Essa é um bom exemplo de receita assim, já que não menciona quantidades.




Goulasch com batatas
Pegue gordura e cebolas e deixe-as refogar até ficarem transparentes. Elas devem ser temperadas com sal e páprica doce. Chegado esse ponto, acrescente carne bovina cortada em cubinhos pequenos. Um pouco antes da carne ficar cozida, acrescente cubinhos pequenos de batatas. Observe: deve-se usar a mesma quantidade de carne e de cebolas! Além disso, acrescente manjerona e picles picados no final.

Meus pitacos:
* gordura: usei óleo de milho, eles se referem a gordura animal)
* usei 750g de paleta delantera (vou me informar sobre a tradução desse corte e volto)
* e 750 g de cebolas (lembre-se: quantidades iguais de carne e cebola são o segredo do goulasch!)
* na tradução, ignoram o tempero Majoran (manjerona) que deve ser adicionado ao finalizar a receita.

Bom proveito!

Clique nas fotos para ampliá-las

2 de junho de 2008

Ainda bem que esfriou

O clima, não a comida. Eu havia comprado mandioca orgânica para fazer o cozido e São Pedro resolveu nos brindar com dias quentes... E dias quentes não combinam com um cozido borbulhando na panela de barro. Ainda bem que esfriou (mas agora meus pés são dois cubos de gelo, hahaha!).

Sábado foi dia de almoço lá em casa, com amigos.
O cardápio foi Cozido da fronteira com charque e mandioca (a receita peguei no blog da Neide), couve refogada (que estava a ponto de estragar na geladeira, que pecado!), batatas e cenouras assadas e pudim de leite para sobremesa.

Bando de gafanhotos que somos, ficou apenas um fundinho de panela que degustei hoje na hora do almoço. Raspas e restos interessam sim senhor!

***

Há pouco descobri o novo blog da Chris e da Laila, o "Na Ponta do Mouse". Gostei do enfoque e quis colaborar, por isso fiz as contas desse almoço.
Éramos em cinco. As batatas e cenouras assadas (no forno com um pouco de azeite e nada mais) eu fiz com medo de que a receita do cozido (para 4) não fosse suficiente.

cozido - R$ 11,01 ou R$ 2,20 por pessoa
batatas + cenouras (orgânicos) - R$ 6,00 ou R$ 1,20 por pessoa
pudim - R$ 8,33 ou R$ 1,66 por pessoa

total - R$ 25,34 ou R$ 5,07 por pessoa

As visitas trouxeram as bebidas, portanto não estão na conta.

***

A receita do pudim de leite da Dadivosa

No copo do liquidificador, bata seis ovos, duas latas de leite condensado e use a lata para duas medidas de leite. Despeje a mistura na forma caramelada, cubra com papel alumínio, apóie em uma assadeira maior (redonda ou quadrada, desde que a altura chegue pelo menos à metade da forma do pudim) e leve tudo ao forno. Com um bule, ou chaleira, ou leiteira e cuidado, despeje água na assadeira até perto da metade da altura da forma do pudim. Parece complexo, mas tenha fé. Conte 45 a 50 minutos e faça o teste para saber se o pudim assou: levante um cantinho do papel alumínio e espete uma faca no pudim. Se sair limpa, está pronto.

Espere arrefecer e guarde na geladeira por pelo menos quatro horas, até gelar bem. Fique de olho em intrusos, utilize os dispositivos de segurança de sua preferência. Para desenformar, aqueça a forma por uns segundinhos na boca do fogão, para o caramelo derreter um pouco. Passe uma faquinha rente às laterais e ao cone central, para soltar tudo bem, cubra a forma com um prato de servir e, em manobra rápida e precisa, vire seu pudim para que ele seduza os convivas em toda sua formosura.