19 de outubro de 2008

Exatamente isso


Era exatamente isso que eu queria fazer. Não sei se tem um nome comum, então para mim é apenas carne moída bem temperada, molhadinha, porém sem molho, coberta por purê de batatas e batatas doces e bastaaante parmesão fresco ralado na hora.
Nossa! Foi almoço no domingo passado, servido com arroz branco fresco e couve refogada. Na terça foi almoço e mais um dia desses jantar. Acompanhado também de repolho roxo refogado. Delícias.

13 de outubro de 2008

Tirando o pó do avental

Oi melhor: pegando um limpo no armário.
Há muito tempo que não vou para a cozinha... E que não apareço aqui, apesar de ter algumas receitas ainda não publicadas.
Essa semana novamente comprei meus produtos orgânicos, já que o fim de semana prometia "tempo" para ser passado na cozinha.
Durante a semana preparei repolho roxo refogado. Uma delícia já publicada aqui. Comi com batatas , batatas doces, cenouras e brócoli cozidos no vapor. Bastou acrescentar manteiga. Nem sal foi necessário, de tão saboroso que estava o conjunto.
Meu irmão é que fica na "roubada" nessas horas. Cadê carne??? Tem não...
Sábado Van preparou raviólis com um molho de tomates frescos e deliciosos medalhões de mignon. Eu acompanhei a carne com o que ainda havia de brócolis e parte do repolho roxo, com o qual ainda vou me deliciar hoje na hora de almoço e em mais alguma refeição estes dias.

As receitas de ontem foram:
* doce de goiabas - vieram verdes e amadureceram todas juntas, tiveram que virar doce
* carne moída com purê de batatas e batatas doces, generosamente coberto com parmesão fresco ralado - tudo gratinado, acompanhando arroz fresco e saladinha de alface e tomates

24 de setembro de 2008

Embalagem

"... ajuda você a transformar hábitos da rotina em pequenos rituais. Um a cada dia. É assim que se constrói uma vida de bem-estar e equilíbrio."

Não é a primeira vez que esse texto de um produto Taeq chama minha atenção. Vam'bora ter qualidade de vida?

22 de setembro de 2008

Bem-vinda, primavera!

Todos os anos há já não sei quantos comemoro a entrada da primavera com um grupo que encontro unicamente nessa ocasião do ano.
Mas quem organizava tudo mudou-se para o Canadá e ninguém tomou as rédeas do encontro anual, que pena...
Sentirei saudade de nossa reunião tão gostosa, de comprar abacaxi (a fruta do meu signo) e de inventar algo com ele para que possa ser comido lá, na hora.

Bom, terei que festejar de outra maneira, e a primeira forma é essa:

FELIZ PRIMAVERA!!

19 de setembro de 2008

No mesmo barco

Estou desaparecida daqui e de meus outros dois blogs. Pura falta de tempo. Vontade para escrever não falta...
Hoje resolvi passear pelos blogs amigos e ler as novidades. Achei que fosse levar horas. Que nada. Pelo jeito, estamos muitos de nós no mesmo barco...

29 de agosto de 2008

Vivendo e aprendendo, sempre!

Já sabia que flores de gerânio são comestíveis, apesar de ainda não ter provado essa iguaria. Mas que têm tantos perfumes (rosas, limão, menta...) e que as folhas são igualmente interessantes na culinária eu não desconfiava. É por isso que adoro ler a Fer, do Chucrute com Salsicha e a Neide, do Come-se: porque aprende-se muito e dá-se asas à imaginaginação. Elas falaram dos gerânios aqui e aqui. Divirtam-se!

24 de agosto de 2008

Domingo - dia de café da manhã no capricho

Tenho acordado muito cedo ultimamente, o que acho ótimo, já que tenho mais pique de manhã. Hoje acordei com vontade de café da manhã caprichado.

Suco de laranja com mexerica e limão, pães fresquinhos, frios, patê da Dona Maroka, torta de frango e bolo também dela*, geléia, bolo de caneco, café fresquinho e leite.


* Maria é uma figuraça que trabalha para nós há uns 25 anos. Foi aniversário dela. Voltei de lá ontem com várias marmitas. Obrigada, Dona Maroka!

Bolo de caneco

Adoro tentar coisas novas, diferentes. Foi isso que me fez tentar o pão de vaso, as ramas de cenoura empanadas e muitas coisas mais. Dessa fez, gostei da idéia de usar o microondas (uso apenas para aquecer, nunca para cozinhar), da idéia de não sujar a cozinha inteira para fazer um bolo, dele ser feito num caneco e principalmente de ter um bolo pronto em aproximadamente 10 minutos. Excelente para repentinas vontades de comer doce. A inspiração veio do Lá em casa - Chá da tarde. Para não perder o costume, fiz minhas adaptações.
Ontem, fiz a receita quase original, adicionando algumas lascas de amêndoas à massa. Escolhi a dedo um caneco de 300ml, porém, ao crescer, o bolo transbordou fazendo uma meleca. Culpa do volume extra das amêndoas, talvez. Ficou meio esponjoso, típico de bolos feitos com óleo e não manteiga.
Para contornar o efeito-esponja, hoje adaptei mais uma coisa na receita: troquei metade do óleo por manteiga derretida. Ficou bem mais gostoso. Ah, mais uma coisa importante: peneirar os secos (farinha, chocolate, fermento).



Para fazer porções individuais achei melhor usar canecos menores, então foi suficiente fazer duas receitas que renderam três canecos de 240ml (enchidos em 2/3 de sua capacidade). Depois de prontos, polvilhei açúcar de confeiteiro para dar um charme. Desse jeito, entraram na categoria de receitas a serem repetidas eventualmente.


A receita adaptada (e aprovada) ficou assim:

Ingredientes - para 3 bolos em canecos de 240ml:
* 2 ovos
* 8 colheres (sopa) de leite
* 3 colheres (sopa) de óleo
* 3 colheres (sopa) de manteiga derretida - usei orgânica
* 4 colheres (sopa) rasas de chocolate em pó
* 8 colheres (sopa) rasas de açúcar
* 8 colheres (sopa) rasas de farinha de trigo
* 2 colheres (café) rasas de fermento em pó

Modo de Preparo:

O primeiro fiz direto no caneco, como reza a receita, o que é ótimo para quem não quer sujar utensílio, mas fica ruim de mexer no final. Os de hoje preparei numa tijela e com o batedor de arame para depois despejar nos canecos.
Bata bem os ovos , acrescente o óleo, a manteiga derretida, o açúcar, o leite, o chocolate peneirado e bata mais. Adicione a farinha e o fermento peneirados e bata novamente até incorporar. Leve por três minutos no microondas, na potência máxima (no meu microondas foram necessários 4 minutos).

Dicas: Escolha você fazer uma receita grande ou várias menores, o importante é não encher demais o caneco - dois terços da capacidade é uma boa medida.

20 de agosto de 2008

Petiscos de?

Durante uma aula do curso de imersão em paisagismo falávamos de valorizar mais plantas pouco utilizadas em projetos de paisagismo e veio a analogia com comidas que geralmente desprezamos. O exemplo consistiu de dois pratos: omelete com rama de beterraba e rama de cenoura empanada e frita, para acompanhar uma cervejinha.
Mexeu com a minha curiosidade.
No ato lembrei das minhas cenourinhas e beterrabinhas orgânicas esperando pacientemente por mim na geladeira. Resultado: elas continuam esperando lá (agora cozidas no vapor), mas as ramas!!! Não passaram daquela noite.
Em tempo: ramas e folhas de beterraba são "macias", já as de cenoura são mais duras e fibrosas e difíceis de mastigar (cuidado para não engasgar com elas, principalmente com a parte mais foliar!). No caso das ramas de cenoura, utilize as mais novinhas ou apenas o talinho das mais desenvolvidas. Ah! Deixe um pedacinho da cenoura nas ramas para dar um toque a mais no petisco. Eu separei cenouras de suas ramas manualmente e adoro o estalo que isso dá.

Ramas de beterraba refogadas
* lave bem as ramas de beterraba para tirar qualquer terra que nelas habite
* corte caules e folhas e refogue em azeite com cebola previamente dourada
* tempere a gosto (não coloquei nem sequer sal, já que elas foram para o omelete)

Ometele com ramas de beterraba refogadas
Um pouco antes das ramas chegarem no ponto, coloque ovos previamente batidos e temperados com sal e pimenta do reino moída na hora. Deixe secar bem antes de virar, seque o outro lado, polvilhe com parmesão ralado na hora e sirva ainda quente. Fica delicioso e muito bonito, pelo contraste do amarelo do ovo (se for caipira/orgânico, a cor fica mais ressaltada) com o bordô das ramas e o verde das folhas.

Tempurá de ramas de cenoura
Quando ouvi a descrição do prato logo imaginei uma massa tipo tempurá. Que me perdoem os que sabem receitas orientais se eu estiver errando feio, mas inventei minha massa de tempurá seguindo meus instintos e achei que ficou muito boa.

Massa para tempurá:
* dois ovos inteiros (usei orgânicos)
* cerca de 200ml de leite (o meu era longavida desnatado)
* cerca de 8 colheres de sopa de farinha de trigo (usei orgânica)
* sal a gosto

A quantidade de farinha dependerá do tamanho dos ovos e da quantidade de leite. Não medi nada, lamento. A consistência era a de uma panqueca daquelas que ficaria mais fininha, o suficiente para cobrir as ramas que logo eram fritas em óleo bem quente. Também errei na quantidade de massa, que sobrou e acabou indo para o lixo, que pecado.
O único inconveniente do prato? O fato de ser frito... É nessas horas que me lembro porque as frituras (que tanto adoro) estão banidas da minha cozinha...

Não publico as fotos porque ficaram péssimas e não fazem juz à delicia que ficaram esses dois pratos.

7 de agosto de 2008

ROMANESCO - UHU!!!!

Desde que a Fer atiçou minha curiosidade nesse e nesse post que tenho vontade de provar o que ela chama de brócolis intergaláctico: o romanesco. Para ela a mistura de couve-flor com brócolo não é muito bem-vinda. Já foi exatamente isso que me despertou em mim tanta vontade de provar o romanesco. Adoro couve-flor e adoro brócolo e só podia imaginar algo muito delicioso da combinação de ambos. Além do mais, o aspecto é, no mínimo, intrigante.
Mas eu já estava conformada que essa minha curiosidade teria que esperar alguma viagem aos Estados Unidos para ser satisfeita. Fiquei gratamente surpresa quando na semana passada ele constava da lista de produtos disponíveis do meu fornecedor de orgânicos!!

E ontem finalmente pude prepará-lo ao melhor estilo remake de sabor de infância (ou seja, como muitas vezes minha mãe preparava couve-flor):
1. Cozinhei o romanesco inteiro no vapor
2. Passei ele na manteiga até começar a ficar douradinho
3. Juntei migas (acho o termo tuga mais simpático que "farinha de rosca") e deixei mais um tanto para que tudo ficasse bem dourado

Nem sal foi necessário adicionar, ficou espetacular. Fer, quando sobrarem romanescos na sua cesta, manda eles para mim?

A foto do prato pronto, composto pelo romanesco, uma bela salsicha e purê de batatas (De saquinho, da Yoki. Pronto, confessei!) eu publico assim que puder, pois foi tirada numa máquina que não é minha. Por enquanto, publico uma foto de um dos post acima lincados para matar a curiosidade de todos que ainda não tinham sido apresentados ao romanesco intergaláctico ;-) .

6 de agosto de 2008

Cerveja bem

Se você é como eu e achava que a cerveja é fabricada para consumo do bicho-homem, veja o que achei no site da Ana Maria Braga, numa matéria sobre as comidas mais caras do mundo:




Sobre a carne wagyu você provavelmente já ouviu falar. Ela custa R$ 2 200 o quilo. Criado na região de Kobe, Japão, esse bife vem de um bovino que só come grãos e passa seus dias bebendo cerveja, recebendo massagem e ouvindo música. Tudo isso para garantir uma carne com maciez e sabor inigualáveis.


Agora já sei o que pedir para a galera levar no próximo churrasco, assim economizamos na cerveja...

31 de julho de 2008

Gosto de infância


Li o post do Caos na Cozinha sobre massa frita com carne de porco - "Pulled Pork - o regresso!". Tive que ver a receita original, publicada no Family, Friends and Food. What else is there? porque minha mãe costuma fazer exatamente isso toda vez que sobra alguma massa sem molho (o que é bastante difícil...). Nham!
A foto é do Family, Friends and Food, porque continuo sem máquina...

28 de julho de 2008

Convescote no parque III

Com minha mais nova amiga em carne e osso, Marta

Deu para notar que gostei dessa opção de reunir pessoas, não?
Participo da comunidade criada pela Revista Casa e Jardim e as amizades começaram a brotar por lá a ponto da vontade de ter vozes, jeitos e trejeitos vinculados às pessoas ser tamanha que culminou nesse nosso inesquecível domingo no parque no dia ontem.
Céu azul, uma paisagem convidativa e pessoas muito especiais, cheias de sorrisos e ótima energia fizeram de nosso piquenique algo muito especial. Tivemos até a presença dos que não puderam comparecer e de gente que encarou viagens de longe - 3 horas para vir e mais 3 para voltar num dos casos! Obrigada por um maravilhoso domingo ao sol. Aguardo ansiosamente pelo próximo.


Deliciosas cenourinhas que estavam no gelo no começo e nosso troca-troca de plantas e lembrancinhas


Crédito das fotos: Pri Guti. Leia o post dela aqui.

22 de julho de 2008

Não desisti não!

Estou passando rapidamente por aqui para dizer que não desisti do blog não.
Meus pais vieram nos visitar na semana passada, tirei a semana de folga e aproveitei bastante para resolver coisinhas, documentações, eletropaulo e, o mais importante, ELES!
Cozinhei pra caramba, fui motorista, aproveitei fins de tarde sentada em bancos de pracinhas, tomei capuchino da Kopenhagen com eles... Muito bom!

Alguém tem uma máquina digital para vender baratinha? Como faz falta...

Beijos!

10 de julho de 2008

Sopa de cenoura e mandioquinha

A primeira versão foi feita sem muita convicção num dia muito frio e superou expectativas. Na segunda, acrescentei tomates e exagerei na pimenta...
A receita é bem simples:

Cozinhe cenouras e mandioquinhas até ficarem macias. Usando a água do cozimento, bata tudo no liquidificador.
Na panela, doure cebolas picadas em azeite ou manteiga, acrescente (se quiser) uma colher de sopa de farinha de trigo (fora do fogo, senão empelota!) e logo devolva o creme à panela. Deixe cozinhar uns 5 minutos e tempere com sal e pimenta do reino moída na hora. Sirva com pão fresco e bom proveito.

Na segunda vez que fiz, acrescentei (além dos tomates) queijo parmesão ralado na hora. Se não fosse o exagero de pimenta, teria ficado melhor.

27 de junho de 2008

Cozinha gastromotiva


Essa iniciativa merece ser divulgada. Clique na imagem para ampliar.

Prezados Parceiros,

Segue mais uma oportunidade, para jovens com ensino médio completo, 18 a 29 anos e renda familiar até R$ 2 mil.

Peço que, se possível, divulguem a grupos de interessados que vocês tenham contato.

Abraços,

Mauricio Homma

Coordenador de Responsabilidade Social

Universidade Anhembi Morumbi



26 de junho de 2008

Por quanto tempo mais...

... será que terei que sobreviver sem máquina fotográfica?
Preciso levar a minha para ver se tem conserto, mas no meu atual nível de gastos inesperados com a casa e com o carro estou até com medo de ir à assistência técnica.
Paciência. O jeito é continuar roubando a do meu irmão sempre que possível.

Blaukraut

Ou repolho roxo, que fiz refogado e com gosto de mamãe!

* 1 repolho roxo fatiado bem fininho (o que usei devia ter uns 13cm de diâmetro e era orgânico)
* 1 cebola média picada
* 1 maçã verde também fatiada bem fininha, com casca e tudo
* 1 colher de sopa de limão
* 2 colheres de chá de farinha de trigo
* sal e pimenta moída na hora à gosto
* água quente

Numa panela, refogue a cebola. Fora do fogo, adicione a farinha e incorpore bem - fora do fogo para não empelotar! Adicione o repolho, a maçã, o suco de limão e abafe em fogo baixo. Vá acrescentando água quente à medida que o repolho murcha. Use apenas o suficiente para não grudar na panela e não queimar. No final, tempere com a pimenta e o sal.
Vai bem com um purê de batadas e salsichas defumadas. Minha mãe gosta de purê e ovo frito para acompanhar. Já eu, como só o repolho mesmo e sou feliz.
Espero que gostem, fico devendo a foto.

Ainda que sem foto... Sopa de músculo

Nunca fui muito fã de sopas ralinhas. Quando muito, eram as cremosas que me atraiam. Mas o paladar da gente muda, que bom.
Quando Marly morava em São Paulo, freqüentemente nos reuníamos na casa dela para papear, tomar cerveja, pedir pizza e às vezes cozinhar. Foi por causa dela que resolvi comprar uma panela de pressão. Na verdade, por causa da sopa que saiu - quase que no mesmo tempo de fazer uma de pacotinho - da panela dela. E muito mais deliciosa, claro.
Ontem resolvi fazer o repolho roxo refogado (receita daqui a pouco) que minha mãe sempre faz e que sempre adorei. Mas estava sem cebolas. Parei no mercado. No caminho vinha pensando na sopa da Marly que há dias não sai da minha cabeça. Com o frio que no momento assola São Paulo, quer jantar reconfortante melhor? Repolho com gosto de mãe (que comi roubado da panela) e SOPA. Para quem não ERA fã de sopas ralinhas, acho que me sai foi é muito bem, obrigada.

Eu fiz assim:

* 700 g de músculo (que depois de limpo e separados dois bocados para a Lila e o Camarão deve ter ficado com uns 500g)
* 1 cebola média picada
* 1 dente de alho inteiro
* 5 cenouras (eram pequenas) em pedaços generosos (para não ficar muito passado no cozimento, deixei os pedaços com aproximadamente 3cm; ainda assim, ficaram meio cozidas demais)
* 3 mandioquinhas em rodelas
* 2 tabletes de caldo de carne
* parte da rama das cenouras (o restante vou refogar em outro momento)
* pimenta do reino branca moída na hora - à gosto
* sal, se achar necessário - eu não coloquei, os caldos são mais que suficientes
* 1,5 l de água já quente (ou o quanto puder colocar para preencher 1/3 da panela de pressão)
* 3 colheres de sopa de azeite

Depois de limpar a carne, cortei-a em cubinhos grandes (de uns 2 a 3 cm). Aqueci duas colheres de sopa de azeite na panela de pressão e selei a carne até ficar dourada em todos os lados e eliminar um pouco da água. Logo retirei a carne da panela e reservei.
Nessa mesma panela aqueci o restante do azeite e nele refoguei a cebola e o dente de alho inteiro (depois ele se desmancha). Acrescentei a mandioquinha, as cenouras, a carne e água (já quente,!) suficiente para encher 1/3 da panela de pressão - o limite de panelas de pressão costuma ser esse, atente para a segurança. Adicione nesse momento os tabletes de caldo de carne (pode ser de legumes também) e as ramas de cenoura.
Como as ramas de cenoura cozidas por muito tempo ficam molengas e eu não gosto muito da textura que adquirem, fiz um maço bem amarrado que retirei antes de servir a sopa. Assim, ficamos com as vitaminas (I hope so!) e com o gosto. Lila adorou comer as ramas cozidas hoje de manhã.
Tampe a panela, leve ao fogo e, depois que adquirir pressão, cozinhe em fogo baixo por 25 a 30 minutos. Minha sopa cozinhou 30 minutos e acho que foi um pouco demais, pois as cenouras ficaram um pouco passadas (porem saborosas). Já o restante estava excelente.

Além do músculo, não me lembro o que Marly usou na sopa dela. Mas essa matou minha vontade. Só as saudades não puderam ser matadas dessa vez: ela não estava em casa para atender o telefone...

Camarão e Lila

20 de junho de 2008

Mais um convescote no parque


Dessa vez, para comemorar a formatura do curso de jardinagem.
As aulas acontecem no Parque Ibirapuera: quer melhor maneira de comemorar do que num piquenique ao ar livre, debaixo de uma Tipuana, com gente maravilhosa?
Como o evento foi organizado com antecedência, dava para saber mais ou menos o menu do convescote. Resolvi levar algo leve e saudável: palitos de cenoura e de pimentão verde (lamentavelmente não consegui comprar aipo) com um patê-dip-molhinho de ricota.

Fiz assim:

* 300g ricota fresca (daquelas mais molhadinhas)
* 1 caixinha de creme de leite
* 1 tomate picado em quadradinhos bem pequenos
* dill (ou endro) - usei mais ou menos 2 colheres de sopa do dill que estava congelado
* 1 pitada de canela
* 1 colher de sopa de vinagre de laranja
* sal e pimenta do reino à gosto

Esfarelei bem a ricota e adicionei os demais ingredientes. Depois de misturar bem, deixei passar a noite na geladeira para pegar bem o gosto dos temperos.

Para levar tudo ao parque sem estragar - a comemoração foi depois da aula de encerramento - fiz assim: deixei os palitos de cenoura e os de pimentão num potinho com tampa com um pouco de água mineral dentro da geladeira durante toda a noite. De manhã, enquanto tomava meu desjejum, coloquei esses potinhos no freezer. Ficou tudo levemente congelado. Levei esse pote e o da ricota num isopor com gelo e um suco em embalagem tetrapack que eu havia também congelado.
Errei só numa coisa: o suco não descongelou para a hora da festança, ainda bem que outras pessoas também levaram bebidas ;-) .