7 de fevereiro de 2008

Abiu

Esta frutífera cresce frondosa no sítio de PFFC de Juiz de Fora.
Houve uma discussão para definir o nome dela: abiu? Bacuri - como a chamam os que lá moram? Grumixeira? Jambo?
Pela breve e superficial pesquisa que fiz, trata-se mesmo do ABIU (Pouteria caimito).





* publicado originalmente em aqui

1 de fevereiro de 2008

Slow food

Antes de sair de casa só consegui ler o título e meia frase, mas a curiosidade fez a imaginação funcionar. E não é que o conceito de slow food é mais ou menos o que pensei que seria?
Leiam sobre o assunto aqui e no site oficial do Brasil.
Quando voltar do Carnaval ou depois das férias vou me dedicar um pouco mais a explorar o assunto.

* publicado originalmente em aqui

31 de janeiro de 2008

Pão, pão, pão, pãaaaao!


Ultimamente ando inspirada na cozinha. Cansei de comer sempre o mesmo, de pedir por telefone, de improvisar um sanduba.
Sempre achei legal fazer pão, de meter a mão na massa.
Essa receita eu tinha separado há algum tempo e a coisa de duas semanas passei no horti-fruti para comprar o farelo de trigo e aproveitar o fermento fresco que estava na geladeira nessa receita.
Cheguei em casa e... cadê a receita?
Claro que tampouco lembrava em que blog a receita havia sido publicada.
Ontem achei a dita na gaveta do escritório, ai passei novamente no horti-fruti para comprar fermento e farinha integral e finalmente experimentar esse pão que leva açúcar mascavo.
O aroma dele estava perfeito, mas depois dos raviólis não havia um pingo de fome nem sequer para tirar uma casquinha e provar.
Já o café da manhã de hoje foi farto: melão, café com leite, pão fresquinho com minha geléia-mousse de ameixas. Nham, nham!

A receita desse pão eu peguei aqui, no blog Kafka na praia.

Pão com Fibra

02 tabletes de fermento biológico (15 g cada), ou cerca de 7 g de fermento biológico seco
01 xícara de chá de água morna

1/4 xícara de chá de açúcar mascavo
03 xícaras de chá de farinha de trigo (substituí 1 x por farinha de trigo integral e a farinha usada foi aquela Premium para pães e massas da Fleischmann)

01 xícara de chá de farelo de trigo
01 colher de sopa de margarina

01 colher de chá de sal
01 ovo


Modo de fazer:

Dissolva o fermento na água morna, junte o açúcar, margarina, sal, ovo e uma xícara de farinha, bata na batedeira em velocidade baixa e aumente p/ três minutos em velocidade alta.
Junte o resto da farinha de trigo e o farelo até obter uma massa homogênea. Unte uma forma de bolo inglês e coloque a massa deixando descansar de 30 a 40 minutos ou até que dobre de volume. Asse em forno moderado por 30 ou 50 minutos.

Depois de pronto pincele com manteiga para dar brilho (opcional).



* publicado originalmente em aqui

Ravióli para dois - o plágio

Na terça (29.01.2008) a Tatu publicou "Ravióli para dois" no seu blog Mixirica. Gostei da idéia e resolvi fazer também. Só que sou como o marido dela: não gosto de fígado. E estou numa fase sem vontade de comer carnes, sejam elas vermelhas, brancas, lilases ou azuis. Então fiz os raviólis seguindo a mesma massa, mas inventando um recheio veggie, que ficou assim:

* Cozinhei no vapor, separadamente, cubos de cenoura, vagem picadinha e grãos de milho - tudo al dente
* Amassei as cenouras e temperei com bastante noz moscada, pimenta do reino branca moída na hora e sal
* Incorporei a esse purê o milho e a vagem

[==> anotação para a próxima vez: colocar a cenoura num pano de prato e espremer antes de incorporar o restante, porque soltou muita água quando cozinhei os raviólis e o prato final acabou ficando um pouco aguado]


Ai é só usar para rechear a massa, exatamente como a Tatu explica (segue cópia do texto dela abaixo).
Acabei fazendo raviolões gigantescos por pressa (o estômago estava reclamando), mas acho que seria mais legal se fossem menorzinhos mesmo.




Cozinhei os raviólis somente em água com um pouco de sal por 5 minutos. Ficaram al dente.


O molho
Fiz um molho improvisado com uma lata de molho pronto Tarantela + 2 dedinhos de vinho tinto + folhas de manjericão fresco + pimenta do reino branca moída na hora + um pouco de sal e 1/2 caixinha de creme de leite que estava dando sopa na geladeira. O aroma que desprendia da panela era uma tortura! Ainda bem que era na minha cozinha, não na do vizinho!!

Receita e recheio aprovados por mim e por meu irmão.


Ravióli integral (receita da Tatu)
- 150g de farinha de trigo
- 50g de farinha de trigo integral
- 2 ovos
- sal


Misture as duas farinhas e faça um monte. Fure o topo do monte e despeje ali os ovos, cobrindo-os com uma pitada generosa de sal. Incorpore os ovos à farinha usando a ponta dos dedos e siga amassando e sovando a massa com as mãos, conforme ela toma corpo.
Caso ache a massa dura, umedeça as mãos em água potável e amasse mais, repetindo o processo até adquirir a consistência elástica e lisa que sua massa precisa.
Enrole a massa pronta em um filme plástico e deixe descansar por uma hora (tempo de sobra para preparar o recheio).
Passada a hora, divida a massa em 3 ou 4 pedaços e abra com rolo de macarrão ou em máquina específica para a tarefa, fazendo placas finas. Deixe as placas secarem por alguns minutos sobre uma toalha ou sobre a mesa enfarinhada, coloque bolotinhas de recheio em espaços intercalados, passe o dedo umedecido com água ao redor do recheio e aperte outra placa de massa por cima da primeira, fechando os raviólis.
Corte os raviólis e aperte as bordas com um garfo, para firmar. Depois disso, coloque a água para ferver, cozinhe de 3 a 5 minutos (dependendo do tamanho dos seus raviólis) e pronto, misture ao molho de sua preferência.



Apesar da medida ser para duas pessoas, sobrou uma porção para uma refeição num dia de fome moderada. Congelei o prato pronto, com molho. Veremos no que vai dar...

E para o almoço de hoje separei macarrão integral com funghi seco e o molho dos raviólis, mas esqueci na bancada da cozinha... Ainda bem que não está tanto calor, quem sabe não estrague até eu voltar para casa de noite...

* publicado originalmente em 31.01.2008

29 de janeiro de 2008

O que fazer com o creme de leite fresco

Vasculhe sua cozinha, sua despensa, sua geladeira em busca de algo que possa ser feito com aquele maravilhoso creme de leite fresco que você comprou para fazer a sopa de cebola gratinada e sobrou um monte porque é impossível comprar um pote pequeno.
Encontre um monte de eco, pouca inspiração e nenhuma vontade de ir ao supermercado.
Continue vasculhando e descubra morangos, mirtilos (também conhecidos como blueberries) e framboesas congelados.
Abra um sorriso, coloque tudo no liquidificador, acrescente açúcar e o creme de leite e bata até ficar homogêneo, torcendo para aquela barulheira toda não acordar seu irmão.
Prove.
Não se convença e prove de novo. Mas não demais, deixe algo para depois.
Coloque o creme em algum pote com tampa (eu usei vidros) e leve ao congelador. Se tiver uma sorveteira, melhor. O meu endureceu, mas não tanto que não pudesse ser servido.
Montei a sobremesa com Nutella e hortelã.

- Tem mais?
- Ah, que pena... acabou...

* publicado originalmente em 29.01.2008

28 de janeiro de 2008

Ervas e temperos

Ontem finalmente plantei minhas mudinhas que já estavam começando a reclamar do descaso de deixá-las naqueles saquinhos pretos. Agora na parede da frente de casa temos orégano, alecrim, sálvia e tominho. E nos fundos um vaso com manjericão roxo + manjericão francês, um com cebolinha + cebolinha francesa, um enorme com hortelã (agora sim ela tem para onde crescer), um com cânfora (só porque gosto do cheirinho, sem uso culinário, pelo que sei), vários vasos com pimenta dedo de moça, uma pimentinha amarela muito bonita, mais manjericão, um vaso de Melissa (que não decide crescer nunca...).
E ainda mudinhas de manjericão enraizando.
Também estou testando a estufa individual da Neide com uma cebolinha.
Isso me faz muito bem!

* publicado originalmente em aqui

25 de janeiro de 2008

De volta ao alho-poró

Deixei a preguiça de lado, subi a escada e fui buscar dois livros muito bons que tenho sobre ervas e temperos:

Ervas&Temperos com suas Receitas, de Nelusko Linganotto Neto

Guia A-Z de Plantas - Condimentos, de Paula Negraes

Paula Negraes diz sobre o alho-poró: "Seu nome científico allium, assim como o alho e a cebola, deriva da palavra céltica all, que significa 'pungente' ou 'picante'. O que ainda não respondeu minha pergunta, se é legume, verdurta, tempero, "verde"...
Linganotto o classifica como "erva de origem eurasiática".


Ficha técnica:

LINGANOTTO NETO, Nelusko. Ervas&Temperos com suas Receitas. Dicionário gastronômico. São Paulo: Ed. Gourmet Braszil / Boccato Editores, 2006.
NEGRAES, Paula. Guia A-Z de Plantas. Condimentos. São PAulo: Bei Comunicação, 2003.

***

* publicado originalmente em aqui

Alho-poró

Engraçado ouvir do meu irmão que ele gosta muito de alho poró justo numa época que eu estou fascinada por esse... legume? Verdura? Tempero? "Verde"? Como se classifica o alho-poró?
Há semanas cada vez que ia fazer alguma compra pensava em comprar alho poró e fazer uma torta. Faltava a receita, que encontrei ontem, exatamente como a receita que eu imaginava para uma torta de alho poró.

Bom, tinha eu a receita e visitas em casa. Se já não precisava de motivo para fazer a torta, assim só tinha ficado melhor.


Foto e receita encontrei publicadas ontem (24.01.2008) no Rainhas do Lar, que têm uma seção onde publicam receitas das comadres que é bem bacana. O blog inteiro é muito legal.
A receita está aprovada. Na próxima vez irei dobrar a quantidade de alho poró. Dá para inventar outros receios também.

Para facilitar a vida, Ctrl+C / Ctrl+V básicos, já que o Rainhas não tem link para cada postagem individual.


Torta de alho poró da Olívia

Oi Faby, depois de muito tempo sem cozinhar por conta das férias, estou resgatando antigas receitas de família e esta torta é uma delícia, guardados os créditos à amada e agora extinta revista Cláudia Cozinha, espero que você goste, beijuca .

Massa - Bater no liquidificador
1 xícara de farinha de trigo
1 xícara de leite
1/2 xícara de maisena
1/4 xícara de azeite
1 1/2 colher (sopa) de fermento em pó
1 1/2 colher (chá) de sal
3 ovos

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Recheio
Aqueça 2 colheres de sopa de manteiga em fogo médio e refogue dois talos de alho poró (só a parte mais branquinha) até ficar macio. Tempere com sal (eu usei um cubo de caldo de galinha). Dissolva 2 colheres (sopa) de farinha de trigo em 1 xícara de leite e acrescente ao alho poró até engrossar. Retire do fogo e deixe esfriar.

Aqueça o forno em temperatura média. Despeje metade da massa em um refratário e, por cima, o recheio. Cubra com a massa restante, polvilhe com queijo ralado e asse até dourar.
D-i-v-i-n-o. Mando fotos do antes e depois.


***

Ai Olivia, essa torta pinta sempre lá em casa, assim mesmo, de alho poró. Fala pra mim, tem mais gostosa e prática?

Obrigada pela receita comadre.
Bjo!
Faby

* publicado originalmente em 25.01.2008

22 de janeiro de 2008

Caldinho de feijão

O clima mudou. Chove muito ou pelo menos garoa o tempo todo. E a temperatura caiu. Nada assustador, mas o suficiente para um casaquinho, uma boa coberta para se esconder em casa e um caldinho de feijão.
O de ontem tomei acompanhada da Cris no Botiquinho (Rua Capitão Otávio Machado, 447). Estava delicioso, com alho dourado, salsinha e um pãozinho bem fresco! Pena que minha máquina fotográfica entrou em greve, fico devendo a foto.

* publicada originalmente em aqui

14 de janeiro de 2008

Almoço de ano novo

Ganhei de presente de uma amiga querida meu almoço de aniversário. Obrigada!

Fomos ao Vila Milagro – restaurante com uma cozinha saudável, sem ser completamente vegetariano. É a segunda vez que como lá e novamente gostei muito.
Para começar, trazem um aperitivo não-alcoólico. Dessa vez foi um suco de capim-limão (ou seria erva cidreira?), da vez passada, clorofila. E água.

Minha pedida foi suco de abacaxi com morango (copiando a Dé), filé de abadejo com molho de shiitake, batatas assadas e suflê de cebolinha, que estava bem leve e delicioso.

Ela pediu trouxa de salmão com legumes e o mesmo suflê que eu.

Os pratos vêm muito bem servidos. O salmão está escondido ai debaixo e tem exatamente esse tamanho todo. Confesso que comi tudo apenas porque estava delicioso demais para ser deixado no prato. Espaço para a sobremesa, nem pensar.

O ambiente é outra coisa super atrativa: tem verde, tem madeira e é tranqüilo (pelo menos depois das 13h30). O ponto fraco? Demora um pouco demais para quem tem apenas uma hora de almoço.

De noite servem pizza quadrada. Ainda não provei para contar.


Ficha técnica:

Vila Milagro
Rua Áurea, 313 – Vila Mariana
Tel.: 11 5083-1734
www.vilamilagro.com.br


* publicado originalmente em aqui

3 de janeiro de 2008

Por que será?

Andei navegando pelos mais diversos blogs que são minhas leituras diárias.
Para não perder o costume, as receitas dessa época do ano invariavelmente incluem o bacalhau. Cozido, assado, desfiado, em postas, bolinhos, risotos, cozidos, sanduíches, com batatas e cebolas, quente, frio...
Por que será que eu não gosto?
Ou melhor, por que será que todo mundo gosta, menos eu?

* publicada originalmente em aqui

24 de dezembro de 2007

Nem só de caviar vive o homem

O título original em alemão é Es muss nicht immer Kaviar sein.
Recomendo para quem gosta de cozinhar e de uma boa leitura.
História real passada na Europa na época da Guerra Mundial (a segunda, se bem me recordo), foi posta em palavras por Johannes Mario Simmel, escritor austríaco. O herói que durante a narrativa tem vários nomes é o sonho de consumo de qualquer mulher (que tem meu gosto...): charmoso, culto, bonitofala diversos idiomas, cozinha por prazer e faz milagres com o que encontra pela frenta em plena guerra mundial. Todos seus menus têm entrada, prato principal e sobremesa, descrições de dar água na boca e, para a vontade poder ser satisfeita, as receitas!
Já li e reli não sei quantas vezes e vou voltar a fazê-lo algum dia desses.

* publicado originalmente em aqui

23 de dezembro de 2007

Backe, backe Kuchen

Ontem Kerstin e Marcos passaram por aqui já que estavam por perto fazendo entregas. Ela sempre gostou de fazer doces, todos deliciosos. Jamais esquecerei a torta de camadas de suspiro... Suspiro só de lembrar...
Fui presenteada com um Stollen e 3 pacotinhos de biscoitos natalinos - nozes, anis e Pfeffernuss. Todas receitas natalinas alemãs tradicionais.
Obrigada!
Quem ficar com desejos, pode fazer encomendas disso, de tortas, bolos e receitas alternativas sem, por exemplo, farinha de trigo.
Bom proveito!



* publicada originalmente em aqui

22 de dezembro de 2007

Alecrim, alecrim dourado


* publicada originalmente em aqui

Eu também fiz!

Do blog "From our home to yours", da Cris

O "Flowerpot bread" também é do blog da Cris,
os azeites aprendi a fazer durante o Curso de Jardinagem Gastronômica do Sabor de Fazenda
e a geléia foi seguindo o instinto e relembrando como minha mãe fazia geléia de morangos. Aliás, saudades da cozinha da mamãe...

Bobeei e não tirei uma foto melhor...
Sim, o cheiro que invade a casa enquanto os cookies de parmesão e pimenta com manjericão são assados é DI.VI.NO.
Eu também quase "esqueci" de levá-los ao amigo secreto de ontem...


Flowerpot Bread - Pão Assado no Vasinho de Flor

1 envelope de fermento biológico seco: 10 g (ou 3 tabletes de fermento fresco: 45 g)
1 xícara de leite morno
3 colheres (sopa) de açúcar (para pão doce acrescente mais)
1 colher (sopa) fermento em pó
1/2 colher (chá) de bicarbonato
1 colher de vinagre ou limão
1 tablete de margarina em temperatura ambiente
1/2 colher (chá) de sal
1 ovo ligeiramente batido
3 xícaras de farinha de trigo (ou reduza a branca e adicione 1/2 xíc. de integral + mel)

Numa tigela misture o fermento, o açúcar e o leite morno. Acrescente os outros ingredientes na seqüência, mexendo bem entre cada adição com uma espátula. A massa não precisa ser sovada e nem crescer antes de ser levada ao forno. Unte vasinhos de cerâmica ou alumínio, modele os pãezinhos a gosto, encha até no máximo 3/4 do vasinho, pincele com gema e óleo misturados e polvilhe açúcar cristal ou queijo, dependendo de seu recheio. Leve para assar a 150C, pois como são altos eles demoram para assar internamente. Aumente a temperatura se necessário. Asse até dourarem.

Dicas:
- Com esta receita você não precisa sovar, nem deixar a massa crescer. Vai direto ao forno!
- Aumente o açúcar para pães doces, abra a massa e polvilhe açúcar e canela, enrole.
- Acrescente uma colher de mel se fizer com farinha integral, para ter o "honey-wheat bread."
- Como a massa é básica você pode acrescentar queijo, tanto no recheio como na cobertura.
- Use cachepôs de alumínio (sem tinta) ou vasinhos com revestimento vitrificado, dê um tratamento antes nos vasos de cerâmica, passando óleo por fora e levando-os vazios ao forno alto, de cabeça para baixo sobre uma folha de alumínio, por cerca de meia hora.
- Caso o vaso tenha um furo no fundo, preencha com papel alumínio.
- Já encontrei potes parecidos no Carr*four, mas acho que os potes de alumínio vão bem.


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Quem disse que geladeira não é lugar de presente?

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10 de dezembro de 2007

Ameixas


Domingo no CEASA não é dia de plantas. É dia de feira. De frutas, verduras, peixes, produtos da culinária japonesa. De pastel, claro. E de algumas plantas em escala bem reduzida.
Quando fui buscar a terra (previamente encomendada), me apaixonei por ameixas frescas. R$ 4,00 o kilo. Levei dois.
Deles nasceram um bolo com ameixas frescas ao estilo Leonor (minha mãe!), que vou provar daqui a pouco com um café com leite gelado, já que hoje faz muito calor, e uma geléia com textura de purê que acabei de acondicionar em frascos (devidamente?) esterilizados.
Veremos se funciona, é a primeira vez que tento esterilizar vidros para conservas.


* publicado originalmente aqui.

20 de novembro de 2007

Empolgação na cozinha

Feriado emendado em feriado. Deu tempo de dormir, ler, de curtir a chuva na preguiça - em casa, de ir a um churrasco, de mexer nos vasos, fazer coisas de casa e, finalmente, de matar as saudades da cozinha.

Além das empanadas...



Marillenringe



... a comidiha do Mocotó




... e os não fotografados mousse de Nescafé, sopa de beterraba, fetuccine com frango e molho branco (esse último não foi obra minha).


* publicado originalmente em aqui

Empanadas night

A massa comprei em Buenos Aires, no supermercado Norte. La Salteña. Um pacote light de 12 "tapas para empanadas" e mais dois normais, de 20 cada.
O recheio é o típico salteño - carne de coxão mole (de preferência picada na faca - dessa vez sucumbi ao moedor de carnes lá do Pão de Açúcar), com muito cominho, cebola, cebolinha, páprica, uvas-passas e cubinhos de batatas. Nham!



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8 de novembro de 2007

Sabor de Fazenda

Sim, elas são tão simpáticas quanto imaginei.

Num lugar maravilhoso como o Sabor de Fazenda (mudas orgânicas de ervas e temperos) deve ser difícil alguém ficar de mal-humor.

Dia 24 farei um curso de jardinagem gastronômica lá. Mas ultimamente a tecnologia anda contra mim e o DOC que fiz para garantir minha vaga voltou... Resolvi não brigar com ela, peguei meu carro e fui lá fazer minha inscrição pessoalmente e xeretar um pouquinho (curiosa, eu?). Adorei conhecer a Flávia e a Sabrina.

Até daqui a pouco, meninas!

* publicado originalmente em aqui